
Baco, o Deus do Vinho e das festas, num momento de muita raiva, decretou que a primeira pessoa que cruzasse seu caminho seria devorada pelos tigres.
Eis que a pessoa em questão foi a bela donzela Ametista. Ela estava indo ao templo para adorar Diana, a Deusa caçadora. E foi salva do seu destino sangrento graças a ela, que a transformou numa coluna de quartzo sem cor.
Baco, arrependido por ter agido sem pensar, e feito uma inocente pagar por sua ira, derramou vinho sobre a pálida pedra, dando-lhe uma adorável cor de alfazema e atribuindo-lhe o poder de curar bebedeiras.
A ametista é símbolo da transformação. Calmante, facilita a concentração e memória. Desenvolve a intuição e poderes psíquicos. Ótima para meditação. Favorece os ideais elevados e a evolução espiritual. Ajuda a eliminar vícios e maus hábitos. Experimente colocar uma ametista no seu copo de bebida. Ela faz com que você fique alegre, mas se embriague (mas não se empolgue, ela não consegue enganar o bafômetro!)
Aqui as várias faces da ametista, como drusa, pedra polida e lapidada, respectivamente:
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